Já nas telonas! 7 motivos para não perder “Dora e a Cidade Perdida”

Aventura, humor e amor: nem os papais escaparão do cinema sem darem boas risadas (e suspirarem com a linda relação entre pais e filhos).

“Raposo, não pegue!” Quem já assistiu alguma vez ao desenho “Dora, a Aventureira”, com certeza se lembrará desta frase. A animação, criada em 1999 por Chris Gifford, Valerie Walsh e Eric Weiner, era originalmente exibida no canal Nickelodeon, mas agora está disponível até na plataforma da Netflix. Ou seja, mesmo os pequenos que não tinham nascido na época do lançamento podem acompanhar as peripécias da menina Dora.

A mais recente (e aguardada) novidade é a chegada da personagem às telonas. E o melhor: em uma versão live-action, com atores reais. A produção dos estúdios Paramount Pictures, que estreia no dia 14 nos cinemas, traz Dora como nunca vimos antes: pré-adolescente, aventurando-se não só pela selva, como também pelos corredores da escola.

É isso mesmo! No longa, os pais da protagonista bilíngue são intrigados pelo mistério de uma cidade perdida de ouro perto do Peru, chamada Parapata, e enviam a filha de 16 anos para morar em Los Angeles com os tios enquanto desvendam o lugar. Mas será que a jovem sobreviverá aos perigos do Ensino Médio?

Sem mais delongas, vamos aos 7 motivos pelos quais você não pode deixar de levar o pequeno para assistir “Dora e a Cidade Perdida”. Spoiler: até os pais darão altas risadas com o longa.

1. Aprender palavras em outro idioma

Apesar de o filme não ter formato educativo como o desenho, Dora continua falando palavras em outras línguas. Desta vez, o idioma é espanhol, mas a aventureira é tão esperta que entende até a linguagem inca de alguns seres que aparecem ao longo da história.

Tudo bem, a família não vai sair da sala do cinema bilíngue, mas é possível acrescentar pelo menos alguns termos novos ao repertório. ¿Comprende?

2. Ver o Botas na vida real

Lembram do Botas, o macaco e fiel companheiro de Dora? Ele é ainda mais fofo na vida real! O animalzinho continuará salvando sua melhor amiga das enrascadas – que não serão poucas – e dos vilões da trama.

Quem mais ganha vida no longa é o Raposo, uma raposinha malvada que está sempre tentando sabotar as aventuras da menina. Confusão na certa, né?

3. Conhecer novos personagens divertidíssimos

Na versão animada de Dora, pouco sabemos sobre a família dela. Já no filme, outros personagens divertidíssimos surgem na trama. Além de seu primo Diego (Jeff Wahlberg), que aparece mais introvertido na cidade grande, temos também os pais da garota (Eva Longoria e Michael Peña), e os colegas da escola, Samy (Madeleine Madden) e Randy (Nicholas Coombe). Guardem essas palavras: Randy pode parecer atrapalhado, mas sua habilidade secreta de segurar a respiração por 7 minutos pode salvar a turma no final. 

Conhecemos também Alejandro (Eugenio Derbez), um professor universitário amigo dos pais da protagonista que guia os jovens pelo caminho de Parapata. Mas será que ele protegerá Dora dos perigos ou o contrário?

4. Humor e reviravoltas que até os papais vão curtir

Se o desenho de Dora era indicado para crianças na fase pré-escolar, a produção cinematográfica promete agradar toda a família. Pode chamar a mamãe, o papai, o titio e a criançada toda, claro, que a diversão é garantida!

Logo nos primeiros minutos do filme já nos deparamos com uma cena hilária, que conecta o longa às origens do seriado: Dora olha para a tela e interage com os espectadores – uma típica quebra da quarta parede. Os pais se entreolham, estranham o comportamento e dizem um para o outro: “Ela vai parar quando crescer”. Só quem assistiu ao desenho entenderá! 

Agora, se o seu receio de correr já para o cinema é que o filme seja “bobinho”, pode esquecer! A trama é cheia de aventura e muitas reviravoltas, daquelas que te deixarão de queixo caído.

5. Do mesmo diretor do sucesso de bilheterias “Muppets”

“Dora e a Cidade Perdida” é conduzido por nada mais, nada menos que James Bobin. O cineasta estrelado já dirigiu filmes como “Muppets” e “Alice Através do Espelho”. Não tem como dar errado, né?

Ele consegue fazer o filme inspirado em uma série educativa funcionar para vários públicos, sem ignorar o tempo cronológico da narrativa. Por isso, no início da trama vemos Dora ainda pequena, com a idade da personagem da animação, para depois sermos transportados para a menina no início da juventude, dez anos depois.

6. Representatividade hispânica

Dora é interpretada por Isabela Moner e a escolha não foi por acaso. Apesar de ter nascido nos Estados Unidos, a mãe da atriz é peruana e a jovem desenvolveu o espanhol como sua primeira língua.

Isabela representou super bem as raízes latinas e a produção tomou cuidado para que os pais da menina também trouxessem as origens. Assim, tanto Eva quanto Michel são mexicanos. Representatividade importa sim!

7. Relação entre pais e filhos – os adultos vão se identificar!

Na produção para as telonas, descobrimos que o espírito aventureiro de Dora vem de família. Seus pais são exploradores e incentivam a curiosidade da menina desde o início, o que ajuda a formar a sua personalidade autêntica e sonhadora.

Mais que isso, o filme aborda com sutileza a dinâmica familiar e dilemas que, de um jeito ou outro, todo adulto com filhos vivencia. “O que adoro nesse filme é que estamos vendo a versão de Dora aos 16 anos, exatamente na idade na qual ela está firmando sua personalidade. E é interessante observar porque, sendo mãe e pai, você pensa: ‘Ela levará consigo aquilo que lhe ensinamos ou ela se tornará algo totalmente diferente? Ela terá vergonha de suas origens, ela assumirá isso?’”, disse Eva Longoria, a mãe de Dora, em entrevista exclusiva ao Bebê.com.

“Acho que o filme realmente explora o tema de ser verdadeiro consigo mesmo, e isso é algo que minha personagem diz para Dora especificamente, antes de ela partir para a cidade pela primeira vez: ‘seja apenas você mesma”, completou a atriz.

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