Mesmo não sendo fonte de alimentação, os parceiros têm participação fundamental nesse processo.

Nos primeiros meses de vida, as necessidades básicas de um recém-nascido giram em torno da amamentação, então fica óbvia a importância da mãe. Mas nem por isso o papel do pai é menos importante, não!

Mas como pode ser essa participação? Essa resposta é bem simples: dando apoio à mãe, aliviando as etapas que ela deve cumprir e oferecendo suporte às necessidades do bebê. E isso começa antes mesmo do filho nascer.

Confira as dicas de como os pais podem fazer parte da rotina de amamentação.

Acompanhando a amamentação

Sempre que puder, o pai pode/ deve estar presente nesse momento. Tanto a mãe como o bebê podem precisar de alguma ajuda, como um simples copo de água (amamentar dá fome e sede). E, depois do processo, ele ainda pode ajudar, colocando o bebê para arrotar.

Criando um momento só dos dois

Como a amamentação é um ato que depende exclusivamente da mãe, o pai pode assumir tarefas e torná-las exclusivas dele como, por exemplo, dar banho, colocar para dormir, levar para tomar sol… Assim, a mãe ganha um tempinho para ela e o pai estreita o vínculo com a criança.

Ajudando nas tarefas de casa

Quando o bebê chega, a mulher tende a se dedicar exclusivamente a ele e quase não sobra tempo para as tarefas que fazia antes. Por isso, auxiliar com o dia a dia da casa também é uma ajuda e tanto. Vale lavar louça, varrer, passar um pano etc.

Conversando com o bebê

Recém-nascidos ou mesmo os mais grandinhos não entendem ao pé da letra o que os pais dizem, mas se sentem reconfortados com o som da voz e até a reconhecem. Então, conversar, cantar, contar história ajuda muito o bebê a criar confiança e a estruturar uma relação duradoura com o pai. E a amamentação é uma boa hora para entretê-lo.

 

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Fonte: Disney Bubble

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Querem novidades?

O super lançamento fofo da Biramar está na nova edição da Casa & Ambiente Bebê.

Além do enxoval #Montessoriano, estamos lançando o Sleep UM® Bercinho Portátil, o Colchonete Infantil, Edredom Duvet Estampado e Almofadas Fofas para uma combinação linda.

E o Davi dando show de fofurice!!!#InLove

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Pequenas ações marcam o desenvolvimento motor e cognitivo.

Você sabia que o desenvolvimento da criança acontece de cima para baixo (céfalo-caudal) e do centro para as extremidades (próximo-distal)? É por isso que ela vira a cabeça antes de andar e movimenta os braços antes de conseguir controlar os movimentos das pontas dos dedos.

Estimular? Só se for na medida certa.

É claro que você quer ver seu filho rolando, sentando, andando, falando… Mas tenha calma! Estímulos demais acabam irritando a criança. Oferecer ao bebê um brinquedo que acende luzes coloridas,emite sons variados, toca música e tem mais um monte de funções pode funcionar menos do que um chocalho feito com garrafa pet. O melhor brinquedo pode ser aquele que convida a criança a ser ativa e não o que praticamente faz tudo sozinho.

Confira a ordem em que seu pequeno conquista cada movimento:

1 – Abre os olhos e acompanha um objeto e as pessoas.

2 – Coloca sua mão na boca e sente sua própria pele.

3 – Segura o dedo de outra pessoa ou um chocalho.

4 – Vira a cabeça para ouvir um som ou a voz de alguém e responde com sons.

5 – Abre as mãos e tenta alcançar um objeto.

6 – Manipula um objeto com as duas mãos e passa o objeto de uma para a outra.

7 – Brinca batendo os objetos e ouvindo o som deles.

8 – Fica de barriga para baixo e levanta o pescoço para ver o que está ao redor, procura um barulho ou brinca com um brinquedo que está à sua frente.

9 – Rola para alcançar um objeto e perceber melhor seu corpo no espaço.

10 – Segura os próprios pés.

11 – Senta e gira o tronco para pegar um brinquedo.

12 – Bate palmas e imita diversos gestos e sons.

13 – Engatinha e conhece o que está ao seu redor.

14 – Fica de pé com apoio e brinca com os objetos que estão mais no alto.

15 – Anda de lado para ir atrás do que quer pegar.

16 – Balança quando está de pé.

17 – Fala as primeiras palavras.

18 – Anda com ajuda e depois sozinho.

 

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Fonte – Revista Crescer

A tristeza, o medo e a insegurança não são sentimentos exclusivos das mamães que acabam de ter um bebê. O papai também pode apresentar a depressão após ganhar um filho.

Um bebê traz felicidade e também novas responsabilidades, e o papai tem que lidar com essa grande mudança na vida. É comum ouvirmos falar que a mãe sofreu depressão pós parto. Mas sabiam que também existe depressão do papai pós parto?

A maioria dos papais que sofrem esse tipo de depressão é de primeira viagem. Com o segundo filho a experiência anterior ajuda e a depressão pós-parto diminui.

A atenção da mulher que era exclusiva do maridão agora é quase que exclusiva do filho. Aí muitos papais se sentem excluídos dessa relação.

A preocupação com o futuro aparece: “Será que vou dar conta de educar, prover e proteger meu filho?” “Será que serei um bom pai?”. A exigência de hoje por ser um pai presente e que participe dos cuidados do filho aumentou muito.

A depressão pós parto no pai ocasiona ansiedade, mudanças de humor e fica a sensação de não estar sendo um pai completo, achando que não tem conseguido retransmitir todo o amor ao filho.

E vocês sabem: homem geralmente não externa seus sentimentos, criando barreiras e dificultando a resolução do problema. Muitas vezes tem vergonha de admitir. E o pior é que esse desequilíbrio emocional é sentido pelo bebê, que pode ter problemas de comportamento na escolinha.

A depressão do homem pós parto se combate através de uma boa conversa, em que todos os pontos são abordados. Se isso não resolver, é preciso que um profissional especializado analise o caso e tome as medidas necessárias.

 

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Fonte – Guia do Bebê.

Para tudo que tem vídeo da Nati Nahas sobre os produtos da Biramar #MuitoAmor.

A Bia vai chegar em breve e a Biramar Baby tem orgulho de participar deste momento lindo.

Seu portal está recheado de dicas sobre o universo da maternidade, moda, beleza dentre outros assuntos que amamos.

Acesse o post completo neste link: http://natinahas.com.br/enxoval-de-bebe-parte-4-banheira/

Confira o vídeo:

#enxovaldebebê #natinahas  #blogdanatinahas #bloggers #gestante #biramarbaby #baby #dicasbiramar #coisademãe #universomaterno

Observar mãos e pés não é a maneira correta.

Uma dúvida que ronda a cabeça dos pais de recém-nascido durante os dias frios é saber se o bebê está aquecido o suficiente. Muitos costumam observar as mãos e os pés das crianças. Mas sabia que essa não é a maneira correta de se certificar?

O ideal é tocar o tronco e o abdômen para ver se estão mais gelados que o restante do corpo, além de prestar atenção se o bebê está mais irritado e pálido do que o normal.

Outro erro comum é a tendência de colocar várias roupas no bebê acreditando que ele sente mais frio que o adulto. O período mais crítico de temperatura vai do nascimento até 1 mês de vida, quando o bebê não tem uma regulação de temperatura corporal apropriada. Porém, mesmo quando mais velhos, colocar roupa demais pode ser perigoso, por conta do risco de hipertermia, sobretudo na hora de dormir.

Quando se preocupar?

A temperatura normal do organismo varia de 35,5 graus a 36,5 graus. Ainda que não raro esses valores sejam excedidos, os pais só devem se preocupar quando a criança apresenta temperatura maior que 37,8 ou menor que 35 graus. Nesse último caso, o alerta deve ser redobrado se o bebê estiver molinho, prostrado e se recusa a mamar, o que pode indicar a hipotermia. Já no caso da hipertermia, que pode ocorrer quando ele é agasalhado demais, os sinais de alerta são irritabilidade, suor excessivo, choro e recusa de alimento. Nas duas hipóteses, o médico deve ser procurado o quanto antes.

 

bebe frio

Quem nunca sonhou em se acabar em uma lata de leite condensado sem culpa? Na gravidez, pequenos deslizes como esse são permitidos (desde que não se tornem frequentes!), tudo em nome do tal desejo que precisa ser respeitado.

Mas não é só isso. Conversar longas horas com aquele ser que cresce dentro de você é divino – e ninguém vai te achar louca.

Veja dicas de situações deliciosas para colocar em prática nesse período.

Fazer yoga

As posturas da yoga alongam e tonificam os músculos, fazendo com que a futura mamãe não fique com os movimentos restritos. Os exercícios relaxam as articulações, ativam a circulação, e ampliam a flexibilidade corporal, essencial para a gestante se adaptar às mudanças físicas e conseguir manter-se equilibrada diante das alterações hormonais que podem afetar o humor e o bem-estar.

Provocar acrobacias do bebê

Há relatos de mamães que adoram comer chocolate só para sentir as acrobacias do bebê. Descobrir do que o bebê gosta para provocá-lo um pouquinho é divertido e ajuda na interação.

Rever os amigos

Rever os amigos é sempre bom, mesmo porque assim que o bebê nasce o tempo fica um pouco escasso. Chame os amigos para conhecer o quartinho do bebê, dividir as alegrias, comer uma pizza e aproveite os momentos.

Cantar para o bebê

Música é sempre indicada para acalmar o bebê. Além de acalmar e relaxar estreita o vínculo entre mãe e filho. A música mexe com aspectos emocionais. Isso significa que quanto mais cedo os pais apresentaram para a criança essa combinação de sons como uma forma relaxante e feliz, maior é a tendência de a criança usar a linguagem musical como forma de aprendizado.

Spa para os pés

O inchaço (edema) nos pés e pernas é um sintoma muito comum durante a gravidez, e embora não seja normalmente um motivo de preocupação, pode tornar-se bastante incômodo. Massagens relaxantes deixam a mamãe revigorada e ajuda para amenizar o desconforto.

 

coisas legais - gravidez

O período não é só de enjoo e sonolência, chegou a hora de conhecer outros sinais que, embora sejam menos comuns, podem provocar algum desconforto.

Coceira

Algumas gestantes sofrem com essa chateação em algum momento. Isso se deve ao ressecamento da pele, provocado pelo incremento na taxa de HCG.

Manter a pele hidratada, com cosméticos liberados por seu médico, praticar exercícios e tomar banho morno são as recomendações que servem tanto para prevenir quanto para minimizar o incômodo.

Suor abundante

A elevação na temperatura corporal é um sintoma bem conhecido pela maioria das gestantes, pois, além do peso extra que carregam, o fluxo sanguíneo aumentado exerce impacto sobre os vasos sanguíneos, fazendo com que se dilatem.

As vezes, a consequência disso tudo é um enorme volume na transpiração. Banhos com água morna ajudam a manter o corpo fresco. Usar roupas leves, e evitar tecidos sintéticos também trazem maior conforto para o dia a dia.

Visão embaçada

Com as oscilações hormonais, existe a possibilidade de a produção de lágrimas se desequilibrar, deixando o olho seco. Por isso, ardência, visão embaçada e sensibilidade à luz podem perturbar. Recomenda-se o uso de colírios simples, à base de soro e sem medicamentos em sua composição.

Gestantes que usam óculos devem consultar um oftalmologista, porque pode ser necessário aumentar o grau de suas lentes. A razão disso é a retenção de líquido.

 Nariz entupido

De novo, a culpa recai sobre a retenção de líquido, que promove inchaço no revestimento da mucosa nasal, dificultando a entrada de ar e aumentando a produção de muco, especialmente incômoda para quem já tem rinite alérgica. O tratamento consiste apenas na aplicação de soro fisiológico, para limpar as vias aéreas e reduzir a obstrução. Atenção: nada de utilizar outros descongestionantes, que podem ser prejudiciais ao bebê.

 

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Tem Quartinho Biramar na Revista Casa & Ambiente Bebê deste mês!!

 

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Suavidade e Romantismo compõem o quarto da pequena Kate, estas são as palavras da Revista em matéria linda sobre nossa Coleção.

Conheça a coleção completa aqui: http://www.biramar.com.br/produtos/kate/p

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Seu pequeno vai trocar, em média, de 8 a 10 fraldas por dia no primeiro mês de vida. Por isso, quanto mais organizado o trocador, melhor – principalmente até você ganhar habilidade.

O trocador, que deve ficar sobre um local firme, tem de ser impermeável e lavável, de preferência. Além da fralda limpa, o ideal é deixar à mão: térmica com água morna, algodão, recipiente para a água, pomada anti-assaduras e uma muda de roupa, caso ocorra algum “incidente” no meio do processo. E, por falar nisso, se você for mãe de menino, deixe uma fralda de pano ao lado para cobrir o pênis do bebê se ele começar a fazer xixi.

Não se esqueça também de deixar hastes flexíveis e álcool 70% ao seu alcance, para higienizar o coto umbilical do bebê nas primeiras semanas.

Organize-se

Para facilitar, vale a pena investir em um kit de higiene. Outro item que não é obrigatório, mas que ajuda, é um cesto de lixo no local onde ocorrem as trocas de fralda. Assim, você não terá de sair dali para descartá-las a toda hora (serão várias por dia).

O que levar na bolsa para a troca de fralda

Ao sair de casa, você terá de carregar junto os mesmos produtos que usa no dia a dia. Os lenços umedecidos são mais práticos para levar, nesse caso, do que uma térmica com água morna e algodão. Como nem sempre terá uma torneira à disposição para lavar as mãos, outro item de higiene que não pode faltar é álcool gel. Além disso, vale ter um trocador portátil (algumas bolsas de bebê têm o item) e uma fralda ou toalha para cobrí-lo. Isso evita que a pele do bebê fique “grudada” sobre o plástico do acessório. Inclua fraldas, calculando de acordo com o tempo que irá ficar fora. Um saco plástico para descartar a fralda pode ser útil na falta de um lixo.

 

troca de fralda