Uma relação de afeto e proximidade entre pais e filhos é importante, porque ajuda a criança a desenvolver maturidade para, mais tarde, lidar com as pressões da vida adulta. Veja sugestões para você colocar em prática:

Leia para o bebê
Os benefícios da leitura para as crianças são notados já nos primeiros dias de vida, porque tem efeito tranquilizador e ajuda no desenvolvimento cerebral. Ler – em voz calma – traz bem estar aos pais, que passam a se sentir no controle da situação, principalmente os de primeira viagem que sofrem com inseguranças. E mais: entrar cedo em contato com os livros ajuda no desenvolvimento da linguagem – fala, audição e, consequentemente, a escrita.

Amamente seu filho
Há incontáveis benefícios para os menores: previne infecções, evita alergias e ajuda a controlar a obesidade na infância, entre muitos outros. A amamentação também é excelente para a saúde da mulher: diminui o risco de desenvolver câncer de mama e de ovário e de ter doenças cardiovasculares. Sem falar no impacto emocional, pois ajuda a criar e a fortalecer o vínculo. É no seio que o bebê tem a oportunidade de focar o rosto materno e isso serve de estímulo visual e para o desenvolvimento dos outros sentidos: tato, paladar, olfato e audição.

Faça massagem na criança
O toque das mãos dos pais na pele do bebê é uma ótima forma de dar carinho. A massagem acalma, relaxa, alivia as cólicas, regula o sono e transmite segurança. Basta deixar a criança em ambiente tranquilo e com temperatura adequada. Besunte sua mão com óleo próprio para bebês e faça movimentos suaves e constantes por todo o corpo. Escolha um produto formulado com fragrâncias delicadas, que têm o poder de acalmar.

Ofereça o colo
Esqueça a ultrapassada teoria de que dar colo deixará a criança mimada e cheia de birra. Este contato só traz pontos positivos: os recém-nascidos sentem-se mais tranquilos e relaxados. Já os maiores descobrem que o colo significa proximidade emocional, proteção e acolhimento. Claro que não dá para segurar a criança o dia todo, mas pais atenciosos mantêm o bom senso e percebem a necessidade de oferecer o colo nas horas certas.

 

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Fonte – Revista Crescer

O bebê deve ou não arrotar após as mamadas? E se o bebê não arrotar, o que acontece?

Quando o bebê está mamando, seja no peito ou na mamadeira, geralmente há uma ingestão de ar. Isso ocorre principalmente em bebês que mamam em mamadeira, pois a anatomia entre o peito da mãe e a boca do bebê é perfeita, se encaixando de uma forma que dificulta a entrada de ar se mamãe e bebê estiverem em posição correta.

Já o encaixe do bico da mamadeira e a boca do bebê não é tão perfeita assim, facilitando a entrada de ar.

Quando o ar volta é o que conhecemos por arroto, que pode vir acompanhado de uma pequena quantidade de leite, a regurgitação, e se o bebê estiver deitado de costas ou de bruços no berço pode aspirar o leite que voltou e se asfixiar.

Portanto, a questão se deve arrotar ou não é relativa. Caso o bebê mame sem problema (sem entrada de ar), não existe a necessidade de esperar um arroto.

Arroto contra cólicas – Outra conseqüência do bebê que engole ar e não arrota são as cólicas. Com o estômago cheio de ar e o sistema digestivo ainda imaturo, aparecem as terríveis cólicas. Os bebês choram muito e nada os consolam.

O arroto é uma forma de tentar evitar que as cólicas apareçam. Fazer massagens na barriga e exercícios tipo bicicleta no bebê de barriga vazia são maneiras de fazer com que o bebê elimine os gases e também evitar as cólicas.

Dicas

Coloque o bebê na posição vertical com a cabecinha no seu ombro e se precisar dê uns tapinhas bem levinhos nas costas para estimular o arroto.

Ao colocar o bebê no berço sempre coloque-o de barriga para cima mesmo que ele tenha acabado de mamar e não tenha arrotado. Caso o bebê costume regurgitar, aguarde 40 minutos antes de colocá-lo deitado.

O arroto não está associado à saciedade do bebê. Se o bebê mamar corretamente, sem engolir ar, não tem motivo para forçar um arroto.

 

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Fonte – Guia do Bebê

Quando nasce um bebê, nasce uma mãe que se culpa. Mas, na verdade, quem já passou pela experiência de ter um filho sabe que esse sentimento pode surgir antes mesmo desse momento! Que grávida nunca se culpou por ter engordado muito mais do que o recomendado pelo seu obstetra? Por ter tomado uma taça de vinho, mesmo que liberada pelo médico?
Mas é claro que a culpa aumenta enormemente quando o filho, finalmente, chega ao mundo. E se você tem um pequenino em casa, saiba que não está sozinha.

Mãe se culpa porque:

1) Não conseguiu fazer o filho parar de chorar. Porque um dia, fatalmente, isso acontece! Pode ser um final de tarde com cólica, um cansaço tão grande que impeça o pequeno de dormir (e ele chora!) ou uma dor de ouvido que você só identificou no dia seguinte. E seu coração fica do tamanho de um amendoim ao perceber que fez tudo o que podia e o filhote continua reclamando.

2) Deixou o filho cair. Por mais que você saiba que crianças que começam a andar caem milhares de vezes até conseguirem se equilibrar, você vai sofrer quando o filhote se estatelar no chão! Sem falar nas vezes em que ele cair da cama, mesmo que você tenha providenciado uma parede de almofadas.

3) Perdeu a paciência e gritou. Apesar de saber que seu filho é pequeno, que só está tendo uma crise de birra, que essa é a forma que ele encontra de se comunicar por volta dos 2 anos, há vezes em que sua paciência irá por água abaixo, e você se pegará levantando mais a voz do que gostaria. Depois de se acalmar, relaxe, e saiba que você é apenas humana!

4) Deixou o filhote tomar sorvete, e ele ficou resfriado. Ou esqueceu a segunda dose da vacina, e levou uma bronca enorme do pediatra!

5) Deu uma papinha quente (sem testar na própria mão) e o bebê queimou a boca. Ou se distraiu por um segundo, e quando viu o pequenino já estava escorregando na banheira! Cuidados diários parecem fáceis, mas só quem os faz sempre sabe que, de vez em quando, a mãe também erra!

6) Não sabe se escolheu a escola certa, até que o filho pare de chorar no portão de entrada.

7) Acha que o filho está muito magrinho, ou gordo demais.

8) Ficou triste e chorou na frente do filho, mesmo sabendo que ele ficaria preocupado. E, aos prantos, tentou remediar a situação dizendo: “A mamãe está bem, viu? Já passa!”.

9) Deixou para trocar a fralda uma hora mais tarde, e viu a pele do filhote ficar vermelhinha. Depois ligou para a avó perguntando como era mesmo aquela receita com amido de milho que faz qualquer assadura passar.

10) Descobriu que não dá para acertar sempre, mesmo com as melhores intenções do mundo! E que, por vezes, o único remédio é um sincero: “Desculpe, filho, vou tentar consertar isso”.

 

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Fonte -disneybabble

Mesmo não sendo fonte de alimentação, os parceiros têm participação fundamental nesse processo.

Nos primeiros meses de vida, as necessidades básicas de um recém-nascido giram em torno da amamentação, então fica óbvia a importância da mãe. Mas nem por isso o papel do pai é menos importante, não!

Mas como pode ser essa participação? Essa resposta é bem simples: dando apoio à mãe, aliviando as etapas que ela deve cumprir e oferecendo suporte às necessidades do bebê. E isso começa antes mesmo do filho nascer.

Confira as dicas de como os pais podem fazer parte da rotina de amamentação.

Acompanhando a amamentação

Sempre que puder, o pai pode/ deve estar presente nesse momento. Tanto a mãe como o bebê podem precisar de alguma ajuda, como um simples copo de água (amamentar dá fome e sede). E, depois do processo, ele ainda pode ajudar, colocando o bebê para arrotar.

Criando um momento só dos dois

Como a amamentação é um ato que depende exclusivamente da mãe, o pai pode assumir tarefas e torná-las exclusivas dele como, por exemplo, dar banho, colocar para dormir, levar para tomar sol… Assim, a mãe ganha um tempinho para ela e o pai estreita o vínculo com a criança.

Ajudando nas tarefas de casa

Quando o bebê chega, a mulher tende a se dedicar exclusivamente a ele e quase não sobra tempo para as tarefas que fazia antes. Por isso, auxiliar com o dia a dia da casa também é uma ajuda e tanto. Vale lavar louça, varrer, passar um pano etc.

Conversando com o bebê

Recém-nascidos ou mesmo os mais grandinhos não entendem ao pé da letra o que os pais dizem, mas se sentem reconfortados com o som da voz e até a reconhecem. Então, conversar, cantar, contar história ajuda muito o bebê a criar confiança e a estruturar uma relação duradoura com o pai. E a amamentação é uma boa hora para entretê-lo.

 

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Fonte: Disney Bubble

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Querem novidades?

O super lançamento fofo da Biramar está na nova edição da Casa & Ambiente Bebê.

Além do enxoval #Montessoriano, estamos lançando o Sleep UM® Bercinho Portátil, o Colchonete Infantil, Edredom Duvet Estampado e Almofadas Fofas para uma combinação linda.

E o Davi dando show de fofurice!!!#InLove

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Pequenas ações marcam o desenvolvimento motor e cognitivo.

Você sabia que o desenvolvimento da criança acontece de cima para baixo (céfalo-caudal) e do centro para as extremidades (próximo-distal)? É por isso que ela vira a cabeça antes de andar e movimenta os braços antes de conseguir controlar os movimentos das pontas dos dedos.

Estimular? Só se for na medida certa.

É claro que você quer ver seu filho rolando, sentando, andando, falando… Mas tenha calma! Estímulos demais acabam irritando a criança. Oferecer ao bebê um brinquedo que acende luzes coloridas,emite sons variados, toca música e tem mais um monte de funções pode funcionar menos do que um chocalho feito com garrafa pet. O melhor brinquedo pode ser aquele que convida a criança a ser ativa e não o que praticamente faz tudo sozinho.

Confira a ordem em que seu pequeno conquista cada movimento:

1 – Abre os olhos e acompanha um objeto e as pessoas.

2 – Coloca sua mão na boca e sente sua própria pele.

3 – Segura o dedo de outra pessoa ou um chocalho.

4 – Vira a cabeça para ouvir um som ou a voz de alguém e responde com sons.

5 – Abre as mãos e tenta alcançar um objeto.

6 – Manipula um objeto com as duas mãos e passa o objeto de uma para a outra.

7 – Brinca batendo os objetos e ouvindo o som deles.

8 – Fica de barriga para baixo e levanta o pescoço para ver o que está ao redor, procura um barulho ou brinca com um brinquedo que está à sua frente.

9 – Rola para alcançar um objeto e perceber melhor seu corpo no espaço.

10 – Segura os próprios pés.

11 – Senta e gira o tronco para pegar um brinquedo.

12 – Bate palmas e imita diversos gestos e sons.

13 – Engatinha e conhece o que está ao seu redor.

14 – Fica de pé com apoio e brinca com os objetos que estão mais no alto.

15 – Anda de lado para ir atrás do que quer pegar.

16 – Balança quando está de pé.

17 – Fala as primeiras palavras.

18 – Anda com ajuda e depois sozinho.

 

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Fonte – Revista Crescer

A tristeza, o medo e a insegurança não são sentimentos exclusivos das mamães que acabam de ter um bebê. O papai também pode apresentar a depressão após ganhar um filho.

Um bebê traz felicidade e também novas responsabilidades, e o papai tem que lidar com essa grande mudança na vida. É comum ouvirmos falar que a mãe sofreu depressão pós parto. Mas sabiam que também existe depressão do papai pós parto?

A maioria dos papais que sofrem esse tipo de depressão é de primeira viagem. Com o segundo filho a experiência anterior ajuda e a depressão pós-parto diminui.

A atenção da mulher que era exclusiva do maridão agora é quase que exclusiva do filho. Aí muitos papais se sentem excluídos dessa relação.

A preocupação com o futuro aparece: “Será que vou dar conta de educar, prover e proteger meu filho?” “Será que serei um bom pai?”. A exigência de hoje por ser um pai presente e que participe dos cuidados do filho aumentou muito.

A depressão pós parto no pai ocasiona ansiedade, mudanças de humor e fica a sensação de não estar sendo um pai completo, achando que não tem conseguido retransmitir todo o amor ao filho.

E vocês sabem: homem geralmente não externa seus sentimentos, criando barreiras e dificultando a resolução do problema. Muitas vezes tem vergonha de admitir. E o pior é que esse desequilíbrio emocional é sentido pelo bebê, que pode ter problemas de comportamento na escolinha.

A depressão do homem pós parto se combate através de uma boa conversa, em que todos os pontos são abordados. Se isso não resolver, é preciso que um profissional especializado analise o caso e tome as medidas necessárias.

 

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Fonte – Guia do Bebê.

Para tudo que tem vídeo da Nati Nahas sobre os produtos da Biramar #MuitoAmor.

A Bia vai chegar em breve e a Biramar Baby tem orgulho de participar deste momento lindo.

Seu portal está recheado de dicas sobre o universo da maternidade, moda, beleza dentre outros assuntos que amamos.

Acesse o post completo neste link: http://natinahas.com.br/enxoval-de-bebe-parte-4-banheira/

Confira o vídeo:

#enxovaldebebê #natinahas  #blogdanatinahas #bloggers #gestante #biramarbaby #baby #dicasbiramar #coisademãe #universomaterno

Observar mãos e pés não é a maneira correta.

Uma dúvida que ronda a cabeça dos pais de recém-nascido durante os dias frios é saber se o bebê está aquecido o suficiente. Muitos costumam observar as mãos e os pés das crianças. Mas sabia que essa não é a maneira correta de se certificar?

O ideal é tocar o tronco e o abdômen para ver se estão mais gelados que o restante do corpo, além de prestar atenção se o bebê está mais irritado e pálido do que o normal.

Outro erro comum é a tendência de colocar várias roupas no bebê acreditando que ele sente mais frio que o adulto. O período mais crítico de temperatura vai do nascimento até 1 mês de vida, quando o bebê não tem uma regulação de temperatura corporal apropriada. Porém, mesmo quando mais velhos, colocar roupa demais pode ser perigoso, por conta do risco de hipertermia, sobretudo na hora de dormir.

Quando se preocupar?

A temperatura normal do organismo varia de 35,5 graus a 36,5 graus. Ainda que não raro esses valores sejam excedidos, os pais só devem se preocupar quando a criança apresenta temperatura maior que 37,8 ou menor que 35 graus. Nesse último caso, o alerta deve ser redobrado se o bebê estiver molinho, prostrado e se recusa a mamar, o que pode indicar a hipotermia. Já no caso da hipertermia, que pode ocorrer quando ele é agasalhado demais, os sinais de alerta são irritabilidade, suor excessivo, choro e recusa de alimento. Nas duas hipóteses, o médico deve ser procurado o quanto antes.

 

bebe frio

Quem nunca sonhou em se acabar em uma lata de leite condensado sem culpa? Na gravidez, pequenos deslizes como esse são permitidos (desde que não se tornem frequentes!), tudo em nome do tal desejo que precisa ser respeitado.

Mas não é só isso. Conversar longas horas com aquele ser que cresce dentro de você é divino – e ninguém vai te achar louca.

Veja dicas de situações deliciosas para colocar em prática nesse período.

Fazer yoga

As posturas da yoga alongam e tonificam os músculos, fazendo com que a futura mamãe não fique com os movimentos restritos. Os exercícios relaxam as articulações, ativam a circulação, e ampliam a flexibilidade corporal, essencial para a gestante se adaptar às mudanças físicas e conseguir manter-se equilibrada diante das alterações hormonais que podem afetar o humor e o bem-estar.

Provocar acrobacias do bebê

Há relatos de mamães que adoram comer chocolate só para sentir as acrobacias do bebê. Descobrir do que o bebê gosta para provocá-lo um pouquinho é divertido e ajuda na interação.

Rever os amigos

Rever os amigos é sempre bom, mesmo porque assim que o bebê nasce o tempo fica um pouco escasso. Chame os amigos para conhecer o quartinho do bebê, dividir as alegrias, comer uma pizza e aproveite os momentos.

Cantar para o bebê

Música é sempre indicada para acalmar o bebê. Além de acalmar e relaxar estreita o vínculo entre mãe e filho. A música mexe com aspectos emocionais. Isso significa que quanto mais cedo os pais apresentaram para a criança essa combinação de sons como uma forma relaxante e feliz, maior é a tendência de a criança usar a linguagem musical como forma de aprendizado.

Spa para os pés

O inchaço (edema) nos pés e pernas é um sintoma muito comum durante a gravidez, e embora não seja normalmente um motivo de preocupação, pode tornar-se bastante incômodo. Massagens relaxantes deixam a mamãe revigorada e ajuda para amenizar o desconforto.

 

coisas legais - gravidez