Criatividade não é um dom, é algo que pode ser desenvolvido,nosso cérebro é uma grande biblioteca: se organizamos as informações que recebemos da melhor maneira, podemos ter mais repertório e motivação para criar algo novo. Isso vale para adultos e crianças.

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Por isso, listamos aqui 4 dicas que podem fazer a diferença no desenvolvimento da criatividade do seu filho:

 

Reserve tempo livre: algumas crianças hoje tem agendas mais lotadas quanto a de um adulto. O ócio é importante para que a criança liberte sua imaginação e seja criativa.

 

Incentive as brincadeiras simples: O brinquedo mais caro nem sempre rende a brincadeira mais divertida. Você já foi criança e sabe que dá para brincar com muito pouco, pois a principal ferramenta para essa deliciosa tarefa é a imaginação. Motive seus filhos a brincarem sem brinquedos; que tal apresentar o seu jogo favorito da infância?

 

Trabalhe narrativas: Todo mundo gosta de uma boa história. Separe um tempo todos os dias para contar histórias com seu filho, e isso vai além dos livros. “De noite, antes de dormir, peça para que seu filho conte como foi o dia dele, como uma historinha. Depois, conte como foi o seu. As histórias pessoais também precisam ser contadas.

 

Seja feliz: A alegria libera uma substância no organismo chamada dopamina que, ao agir no sistema nervoso e no cérebro, nos deixa mais propensos a ter novas ideias, a refletir, a criar. Por outro lado, quando criamos algo bom, ficamos felizes, estabelecendo um ciclo extremamente virtuoso.

 

Fonte: http://www.paisefilhos.com.br

Muita gente diz que a mulher se torna mãe no momento em que descobre que está grávida. Mas que o homem só se torna pai depois que a criança nasce. Só que não precisa ser assim. É importante que o pai também construa um elo que possa gerar memórias positivas que levem o bebê a reconhecê-lo logo após o nascimento.

 

 

 

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O bebê sente a presença do pai através destes momentos do dia a dia: do toque de sua mão na barriga da mãe; do amor que é passado neste momento; da voz pronunciada bem próximo do ventre e acima de tudo da presença emocional  do pai, através dos sentimentos positivos que a mãe transmite ao bebê  provindos do contato com o pai.

 

Veja como o pai pode se fazerpresente durante toda a gestação – tanto para a mãe quanto para o bebê:

 

1) Acompanhar a mulher aos exames: apesar de ser uma alegria poder ver o bebê nos exames de ultrassom,  é normal que a mãe fique um tanto apreensiva quanto aos resultados – afinal, como ter certeza que está tudo bem mesmo? Por isso é ideal que a mulher sempre vá acompanhada ao médico – ninguém melhor que o pai para exercer essa função, certo?

 

2) Participar da compra do enxoval: Cada body, cada babador, cada sapatinho… Nossa, será que um bebê precisa assim de tanta coisa? Precisa! E deixar tudo pronto para a chegada do pequeno pode dar o maior trabalho. Tudo bem que nem todo homem é fã de fazer compras (e nem toda mulher também!), mas vale a pena se esforçar para participar do processo.

 

3) Imaginar como vai ser esse novo ser: tratar o bebê que ainda nem nasceu como alguém que tem intenções, vontades próprias e que já faz parte da família é um dos principais ingredientes na formação do vínculo. Como você acha que seu filho será? Quais são as coisas que você deseja para ele? Pais e mães podem se divertir fazendo listas de tudo o que querem fazer com esse novo bebê – de viagens a coisas que  querem ensiná-lo – e até características que eles acham que esse filhos vai ter… Aliás, você jé tem um nome para seu bebê? Essa pode ser a lista número 1!

 

4) Abusar do carinho: Beijo, massagens, falar bem pertinho da barriga… Tudo isso vale para acostumar o bebê com a sua voz e fazê-lo sentir todo o amor que você já nutre por ele!

 

Fonte: http://revistacrescer.globo.com

Você já reparou se seu filho tem tempo para descansar de verdade?

 

Minha mãe sempre foi daquele tipo que acredita no poder da rotina. Como toda boa virginiana, ela “chefiava” a casa com uma agenda na mão: meu dia e o de minhas irmãs era organizado para que tivéssemos tempo para tudo: ir à escola, almoçar, fazer lição, ir à natação, brincar… E descansar. Sim, fazia parte das “tarefas” que tínhamos que cumprir ficar uma hora sem fazer nada. Podia ver TV? Não. Tablet não existia naquele tempo. Mesmo os brinquedos ficavam de fora desse momento, que era destinado basicamente a tirar uma sonequinha, ou simplesmente ficar na cama, ou no sofá, pensando na vida.

 

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Pode parecer estranho aos olhos das mães de hoje, mas eu acredito que o desenvolvimento desse hábito foi muito importante para o meu desenvolvimento. Logo depois do almoço, e antes de pegar no batente dos livros, tínhamos um tempo para refletir, diminuir o ritmo, e entrar em conexão com os próprios pensamentos. Minhas irmãs, quase que diariamente, caíam no sono por meia hora. Eu, que achava um desperdício passar esse período dormindo, acabava ouvindo uma boa música, refletindo sobre os acontecimentos do dia.

Acredito que nesses momentos eu tenha tido oportunidade de me interessar pela leitura (essa, sim, estava liberada), e tenha exercitado um movimento importante: o de olhar para dentro, de me fazer algumas perguntas: “Estou feliz? Estou triste? Por quê? O que está me incomodando? O que preciso fazer para melhorar?”.

Durante essa hora, eu podia sentir o passar do dia, da semana, do mês, do ano – porque estava parada, e via o mundo girar. Isso me dava uma tranquilidade imensa, porque não me sentia engolida pela rotina. Era como se eu não precisasse correr o tempo todo, o que me dava a sensação de segurança.

Pensando no que ocorre com a geração dos nossos filhos, percebo que eles têm cada vez menos chance de ter um momento como esse.

Correm de um lado para o outro para cumprir os horários da escola e dos muitos cursos extracurriculares. Saem mais cedo e voltam mais tarde para casa, seja porque o trânsito aumentou, ou porque voltam de perua escolar. E chegam ao fim do dia com aquela sensação de que não fizeram nada, pois tiveram os minutos atropelados pelo excesso de atividade.

Com todas as horas do dia em que estão acordados preenchidas, nossos pequenos não conseguem apreciar a beleza do céu, sentir o cheirinho de uma folha, não ouvem o barulho da respiração, quando deitados na cama.

Guardar um momento do dia do seu filho para que ele descanse é fundamental para que aprenda a lidar com ele mesmo, para que se sinta bem em sua própria companhia. Sem fazer nada, sem se distrair com outras coisas. É dar chance para a criatividade aflorar, e os sentimentos aflorarem. É criar uma criança mais preparada para habitar esse mundo de correria que nos rodeia.

Por - Nívea Salgado

Fonte: http://disneybabble.uol.com.br/

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A praticidade e funcionalidade são as principais características de uma mala maternidade. Com ela, a mamãe não passa por dificuldades no dia do nascimento do bebê e pode levar todos os itens necessários para o hospital sem problemas. Trocas de roupas, mantas, cobertores, toalhas, fraldas descartáveis e de pano, sabonete líquido, cotonete, pomada antiassadura, chupeta e saquinhos plásticos para colocar roupas sujas são alguns do itens mais importantes para serem levados à maternidade para o período de internação da mamãe, que normalmente varia entre 1 e 3 dias.
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A mamãe tem muitas possibilidades na hora de adquirir sua mala maternidade. Ela pode fazer a escolha de acordo com o gênero do bebê, preferindo traços e desenhos que sejam mais femininos ou cores e estampas para os meninos. Ou então, a mamãe pode optar por malas com mais ou menos bolsos, de acordo com seu gosto pessoal e necessidade. Ainda é possível escolher entre a cor preferida, com opções em branco, azul, bege, oncinha, rosa, verde, vermelho, preto, entre tantas outras alternativas.
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Mala maternidade é na Baby Enxoval
Na Baby Enxoval, as mamães e futuras mamães vão encontrar a mala maternidade ideal. São muitos modelos e cores a preços imperdíveis para que os novos pais estejam totalmente preparados para a chegada da criança. Junte beleza, praticidade e funcionalidade e esteja preparada para um dos momentos mais felizes de sua vida.
Para outros modelos e cores acesse o site:
 http://www.biramar.com.br/produtos/bolsas?

A maioria das mulheres acredita que são as maiores responsáveis pela criação dos filhos e ofuscam o trabalho dos pais

 

Ainda que um filho seja responsabilidade de ambos os pais, pela capacidade atribuída à mulher de gerar um bebê, a sociedade acaba passando todas as dúvidas e preocupações para a mãe e deixam com o que o pai fique em segundo plano. Esses pais adquirem características diferentes quando o assunto é a criação dos filhos. A psicóloga Carla Ribeiro diz, na maioria das vezes, a própria mãe acaba fazendo com que o papel do pai seja menos visto, pois o feto está em desenvolvimento dentro do seu corpo. “E isso não é verdade”.
Segundo a especialista, esse comportamento da mulher é prejudicial à relação com o pai da criança e, principalmente, ao bebê. “Alguns pais veem a necessidade de responder prontamente as questões referentes ao bebê juntamente com a mãe, mas a maioria acredita que a mãe é o personagem mais importante. A mulher já pode até nascer com o instinto materno, mas o pai também pensa muito sobre as necessidades que a criança terá em relação ao seu papel de pai e os homens modernos querem desenvolvê-lo”, explica.
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O homem que tem o interesse de cuidar do bebê juntamente com a mãe desenvolve inúmeras habilidades. É nesse contato que ele tem a chance de aprender a cuidar da criança de maneira responsável, com delicadeza e sutileza, já que se trata de um ser tão pequeno e frágil. “A relação do bebê com o pai ensina muitas coisas também, na convivência, a ter paciência, tolerância, pois o bebê chora de madrugada, sente cólica, adoece, ou seja, precisa da dedicação integral dos pais durante 24 horas do dia”, aponta a psicóloga.
Ter uma relação saudável com o pai também previne que a criança não desenvolva e cresça com diversos complexos por ser muito dependente da mãe. “A criança cresce aprendendo que a figura masculina e feminina tem uma diferença considerável. A figura da mulher, como a da mãe, principalmente, é vista como o ser que oferece o corpo para o desenvolvimento e o alimento para o crescimento da criança. A amamentação natural possibilita apenas à mulher esse contato com o filho, que também pode acontecer com o pai, ao amamentar com a mamadeira, ou participar juntamente com a mãe nesses momentos de amamentação, pegando na mão da criança, fazendo carinho e pelo toque, por exemplo, a criança percebe que existe uma terceira pessoa. O pai também deve fazer atividades com o bebê para que a criança perceba que essa necessidade e dependência que tem com a mãe, acaba com o tempo. Isso irá moldar um adulto independente, seguro de si e forte emocionalmente”, explica a psicóloga.
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Carla conclui dizendo que é preciso permitir a entrada desse pai na vida do bebê e na relação com ele. “A mulher tem a ideia errônea de que ela sabe fazer tudo melhor, o que gera nela um estresse, cansaço e esgotamento maiores e que acabam passando para o casamento e para o bebê também. O pai tem a mesma preocupação que a mãe. “Infelizmente não é um movimento de todos, pois os próprios pais se deixam inibir pelo pensamento imposto de que “a mulher faz melhor”, mas não tem quem faz melhor e, sim, quem quer fazer”, afirma a profissional.

Hoje, 23 de abril, é o Dia Mundial Do Livro. A data foi instituída oficialmente pela UNESCO em 1995 e tem como objetivo promover a leitura e proteger os direitos autorais.

Não, por acaso, dia 23 de abril é a data  atribuída ao aniversário e a morte de Willliam Shakespeare (1564-1616). Também faleceu neste mesmo dia, o escritor Miguel de Cervantes.

No #DiaMundialdoLivro ressaltamos a importância  de escolher o livro ideal para nossos filhos, mas com tantas opções fica difícil escolher o livro ideal.

A partir da 20ª semana de gestação o bebê já possui o aparelho auditivo desenvolvido, e a mãe  pode e deve contar histórias para seu filho.

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Depois de nascerem, siga as recomendações abaixo:

De 0 a 3 anos

  • livros com texturas, contrastes e cores
  • precisam oferecer o máximo de interatividade
  • verdadeiros “livros de brinquedo”

De 4 a 6 anos

  • histórias completas, com começo, meio e fim
  • livros com mais ilustrações do que texto
  • temas relacionados à sentimentos da criança e/ou situações do seu cotidiano

De 7 a 9 anos

  • em fase de alfabetização, as crianças precisam de mais texto, em letras de forma
  • os temas anteriores continuam fortes, mas agora se unem aos temas escolares
  • a leitura começa a deixar de ser compartilhada. A criança passa a ser um leitor autônomo.

Acima de 10 anos

  • a criança é mais crítica e quer escolher o que vai ler
  • histórias mais densas, leituras que duram mais de um dia

*Fonte:  www.paisefilhos.com.br

Entenda por que esse período é tão fundamental para os dois

 

No Brasil, a licença-maternidade foi introduzido pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), em 1943. Na época, a mulher tinha direito a quatro semanas antes e oito depois do parto. Com a Constituição Federal de 1988, a licença foi ratificada como direito social e passou a ter duração de 120 dias. Atualmente, órgãos públicos e algumas empresas particulares concedem seis meses de afastamento. “Apesar de ser um direito, ainda há muita pressão para que as mulheres retornem logo a seus postos de serviço sob pena de perderem seus empregos”, avalia Rosane Silva, secretaria nacional da mulher trabalhadora da Central Única dos Trabalhadores (CUT).

Ideal mesmo é que todos respeitassem, pelo menos, o tempo mínimo de licença-maternidade, já que inúmeros estudos comprovam a importância da amamentação. “Além de o leite materno possuir todos os nutrientes importante para o desenvolvimento do bebê, ele tem menos riscos de infecção em geral, doenças respiratórias e também auxilia na digestão da criança”, certifica o Felipe Lora, pediatra do Hospital Infantil Sabará. O médico acrescenta os benefícios para o bebê de ter uma mãe disponível durante a licença-maternidade. “Trata-se de uma mulher mais atenta ao desenvolvimento do filho e isso fica evidente nas consultas pediátricas.”

 

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Ainda vale ressaltar que o pós-parto é reconhecido por especialistas como o período de maior vulnerabilidade na vida da mulher para o aparecimento de transtornos psiquiátricos. Como a saúde da mãe é essencial para o bem-estar do :bebê, é fundamental que ela tenha toda a assistência da qual necessita durante esse tempo. “É importante ter disponibilidade física e emocional para atender às necessidades do recém-nascido”, explica a psicóloga Maria Cecília Schettino. “O contato com a mãe estimula as conexões neurais no cérebro do bebê, que faz com que o bebê se sinta seguro, acolhido e amado, condições para que uma inteligência emocional que trará consequências positivas por toda sua vida, em todas as relações.”

Por Cristiane Marangon

Fonte: http://revistacrescer.globo.com

Logo que o bebé nasce, uma das atividades preferidas da família e amigos é tentar descobrir com quem ele se parece. Agora, um grupo de cientistas do King’s College de Londres (Reino Unido) criou um mapa interativo que revela quais os traços faciais que a criança herda através da genética da mãe e do pai.

Os resultados estatísticos são bastante interessantes, já que mostram que herdamos da mãe e do pai principalmente o tamanho e a forma do nariz, a área imediatamente acima e abaixo dos lábios, as maçãs do rosto e o ângulo interior dos olhos. As restantes zonas da face são mais passíveis de serem influenciadas externamente.

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Para o catedrático Giovanni Montana, “apesar de as condições ambientais e socioeconómicas em que o bebé nasce determinarem grande parte das caraterísticas e desenvolvimento físico, é evidente que o papel da genética materna e paterna é essencial. Através do estudo de um milhar de pares de gémeos verdadeiros, e dos respetivos progenitores, conseguimos determinar as áreas da face em que essa influência é mais visível”.

A tecnologia tridimensional agora desenvolvida permitirá, de acordo com o relatório publicado na revista “Scientific Reports” pela equipa britânica, ajudar a diagnosticar e tratar doenças que envolvem alterações da morfologia da face, como por exemplo tumores ou patologias de origem muscular ou óssea. Isto porque distingue as áreas controladas geneticamente das que são influenciadas por fatores externos.

FONTEhttp://www.paisefilhos.pt/

São tantas listas e informações que recebemos quando estamos montando o enxoval do bebê que acabamos ficando um pouco perdidas, né? Qual é a real utilidade de cada um dos itens indicados.

 

Hoje vamos esclarecer a importância da boquinha fralda.

 

Menor que a fralda, seu tamanho compacto serve para a função boca/rostinho. Além de não ocupar espaço, o paninho de boca pode ser carregado para todo lugar.

 

A utilidade mais básica é limpar a criança quando ela regurgitar, o que é muito normal acontecer  em recém-nascidos. Depois dos seis meses, quando a mamãe começa a introduzir alimentos diferentes do leite materno, a boquinha fralda também será indispensável.

 

Além de ser um item fundamental pela praticidade não há necessidade de grandes quantidades pois a boquinha fralda  è uma peça que seca rapidamente podendo ser lavada na máquina sem perder sua maciez.

 

Na Biramar Baby a mamãe encontra uma variedade de modelos (todas em 100% algodão). Lisas com barrados em diversas estampas, ou com os mais variados tipos de bordados.

 

Confira alguns modelos disponíveis!

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http://www.biramar.com.br/

MARIA E JOÃO ESTÃO NO TOPO DA LISTA, VEJA OS DEMAIS

 

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Nomes do Brasil é o novo serviço gratuito do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) para pesquisa do banco de dados dos nomes brasileiros, de acordo com um Censo de 2010. Você também pode acessar o conteúdo pelo app para Android, nele é possível pesquisar um nome e ver sua popularidade. Além disso o dispositivo também fornece informações sobre em quais estados esse nome é mais famoso, quais suas variações, tem até um gráfico evolutivo que mostra a partir de qual década ele se tornou popular.

 

A partir desse censo foi possível concluir que existem mais de 130 mil primeiros nomes diferentes. Desse número, 63.456 são masculinos e 72.814 femininos. Os campeões no topo da lista são José, nome de batismo de mais de 5 milhões de brasileiros e Maria primeiro nome de mais de 11 milhões de brasileiras.

Veja abaixo os outros 8 mais populares:

Ana – 3.089.858

João – 2.984.119

Antônio – 2.576.348

Francisco – 1.772.197

Carlos – 1.489.191

Paulo – 1.423.262

Pedro – 1.219.605

Lucas – 1.127.310

 

Fonte: http://www.paisefilhos.com.br